A Associação Portuguesa de Operadores Expresso (APOE), formada por sete empresas do sector e presidida desde o final de Abril pelo Grupo Rangel, pede ao Governo celeridade na liberalização fiscal, que deveria ter ocorrido a 1 de Janeiro deste ano.
A Associação que defende os operadores expresso quer as mesmas regras para todas as empresas, incluindo CTT
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